Pragas

Auxiliares e conservação

Predadores e parasitoides que regulam pragas naturalmente.

A conservação de auxiliares é a base do controlo biológico de pragas. Ácaros predadores (Typhlodromus), crisopídeos, parasitoides e outros regulam populações de ácaros, cigarrinhas e outras pragas sem qualquer inseticida.

A chave é criar e proteger habitat — coberto vegetal, sebes, faixas floridas — e evitar tratamentos de largo espetro que dizimam os auxiliares. É uma abordagem de sistema, que se reforça com o tempo e com a diversidade da vinha.

Esforço

Baixo — sobretudo não destruir o equilíbrio existente.

Custo

Baixo — assenta em habitat e boas decisões.

Tempo até resultado

1–3 campanhas para o equilíbrio se instalar.

Contra o que atua

Eficácia por problema — clique para o detalhe e as métricas.

Controlo de pragas

Predadores e parasitoides regulam ácaros, cigarrinhas e outras pragas de forma contínua, reduzindo ou dispensando tratamentos.

Horizonte: 1–3 campanhas

O que medir nesta combinação

Rácio auxiliares/pragasTratamentos evitados

Como funciona

Populações estáveis de predadores e parasitoides mantêm as pragas abaixo do limiar de dano, num equilíbrio que a diversidade e a ausência de largo espetro sustentam.

Como aplicar

  1. 1Manter coberto e infraestrutura ecológica como habitat.
  2. 2Evitar tratamentos de largo espetro que matam auxiliares.
  3. 3Monitorizar o rácio auxiliares/pragas.
  4. 4Registar observações para decidir com base em limiares.

O que medir

Rácio auxiliares/pragasTratamentos de largo espetroInfraestrutura ecológica (%)

Perguntas frequentes

Preciso de libertar auxiliares comprados?

Nem sempre. Em vinhas com boa infraestrutura ecológica, os auxiliares já estão presentes — o principal é conservá-los. Libertações podem ajudar em casos específicos.

O enxofre prejudica os auxiliares?

O enxofre pode afetar alguns ácaros predadores. Escolher estirpes tolerantes e moderar as aplicações ajuda a preservar o equilíbrio.

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Como o GrapeFlow ajuda

Aplique e documente este meio por parcela, com o histórico pronto para a certificação.

Observações de campo

Doença, praga, granizo ou geada registados no local, com data e parcela — o histórico que sustenta a decisão de tratar (ou não).

Caderno de campo eletrónico (Portugal)

Em Portugal, todas as operações — mondas, adubação verde, biocontrolo — registadas por parcela e data, prontas para a certificação biológica.

Análises de solo e foliares

Resultados de solo e foliares por parcela e por ano, no mesmo sítio onde regista as aplicações — para ver o que a correção mudou.

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