DoençasControlo do míldio

Gestão da folhagem contra controlo do míldio

A eficácia, medida

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Horizonte: 1 campanha

Porque funciona

Uma canópia arejada seca mais depressa e recebe melhor o cobre, reduzindo infeções e o número de tratamentos.

O que medir nesta combinação

Severidade de míldioTratamentos de cobre

Porque este problema importa

O míldio (Plasmopara viticola) é a doença que mais aperta o viticultor em modo biológico. Sem fungicidas de síntese sistémicos, a defesa assenta no cobre e em produtos de contacto, que só protegem o que cobrem — obrigando a tratar antes da infeção e a renovar após a chuva.

A gestão vive de uma tensão: proteger a vinha sem ultrapassar o limite europeu de cobre (28 kg/ha em 7 anos). Isso exige tratar no momento certo, com a dose mínima eficaz, apoiado em modelos de risco e no registo rigoroso de cada aplicação.

Indicadores do problema

Cobre aplicado (kg/ha, média 7 anos)Períodos de infeção registadosNúmero de tratamentos por campanhaPerda de área foliar / cacho

Certificação & regras: Requisito central do modo biológico e do limite europeu de cobre — auditado na certificação.

Como aplicar o meio

  1. 1Desfolhar a zona dos cachos após o vingamento.
  2. 2Gerir vigor e altura de vegetação para arejar a canópia.
  3. 3Orientar a desfolha ao lado nascente em climas quentes.
  4. 4Registar as operações e o efeito no risco de doença.

Perguntas frequentes

A desfolha não expõe os cachos a escaldão?

Em climas quentes, sim, se for excessiva ou no lado poente. Desfolhar moderadamente e do lado nascente equilibra sanidade e proteção contra o escaldão.

A gestão da folhagem substitui os tratamentos?

Não substitui, mas reduz muito a pressão e o número de tratamentos necessários — é a prevenção que torna o programa biológico viável.

O mesmo meio, outros problemas

O mesmo problema, outros meiosMíldio

Leitura relacionada →Míldio: ler o risco e acertar o momento do tratamento

Como o GrapeFlow ajuda

A prova que a certificação biológica exige — registada por parcela e por data.

Modelos de risco de míldio e oídio

Risco de doença por parcela a partir da meteorologia local, para tratar no momento certo e gastar menos cobre e enxofre.

Caderno de campo eletrónico

Todas as operações — mondas, adubação verde, biocontrolo — registadas por parcela e data, prontas para a certificação biológica.

Registo fitossanitário com insumos autorizados

Cada tratamento registado com produto, dose e substância ativa, sinalizando o que é permitido em modo biológico — o histórico pronto para auditoria.