Fatores

Pastoreio integrado (ovelhas)

Ovelhas a gerir o coberto e a fertilizar, no lugar de máquinas.

O pastoreio integrado devolve o animal à vinha. Ovelhas — tipicamente em pousio inverno-primavera, antes do abrolhamento — pastam o coberto, controlam infestantes e devolvem nutrientes em estrume e urina, num único passo.

Bem gerido, substitui passagens de corte e adubação por trabalho animal, estimula o perfilhamento do coberto e ativa a ciclagem de nutrientes. Exige planeamento — carga animal, calendário e resíduos de tratamentos — mas fecha o ciclo como poucas práticas.

Esforço

Médio a alto — exige gestão de animais ou parceria com pastor.

Custo

Variável — pode gerar receita ou poupar cortes e adubo.

Tempo até resultado

Imediato na gestão do coberto; 2–4 campanhas no solo.

O que esta prática regenera

Impacto por objetivo — clique para o detalhe e as métricas.

Como funciona

O pastoreio recicla a biomassa do coberto através do animal, devolvendo azoto e microbiologia ao solo em estrume, enquanto o pisoteio ligeiro incorpora resíduos.

Como implementar

  1. 1Definir a época segura de pastoreio (pousio, antes do abrolhamento).
  2. 2Calcular a carga animal para o coberto disponível.
  3. 3Respeitar intervalos de segurança de tratamentos aplicados.
  4. 4Registar entradas, saídas e parcelas pastoreadas.

O que medir

Dias de pastoreio e carga animalPassagens de corte substituídasAzoto de síntese aplicado

Perguntas frequentes

As ovelhas não comem a videira?

No pousio inverno-primavera, antes do abrolhamento, não há folhagem tenra ao seu alcance. Fora dessa janela é preciso barreiras ou raças de baixo porte.

E os resíduos dos tratamentos?

É essencial respeitar os intervalos de segurança e registar o que foi aplicado em cada parcela antes de introduzir animais — algo que o caderno de campo garante.

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